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sábado, 27 de junho de 2015

Somos o Principal alvo dos Demônios

  

  Os Deuses famosos da antiguidade, tanto no Egito quanto na Mesopotâmia, bem como os da mitologia africana, são na realidade demônios que nunca deixaram em paz o homem.

  Os demônios, em sua maioria, personificam os males; atuam como espíritos sem cor, sem sexo, sem dimensões ;enfim, sem corpos. Procuram seres vivos para através deles se exprimirem, e o homem é o seu principal alvo. Como não possuem corpos, vivem se apossando daqueles que não tem a cobertura de Deus; são inimigos dele e do homem, por ser este a coroa da criação divina. 
       Possuem os seres humanos não somente para afastá-los de Deus, mas também porque desejam se expressar no mundo físico em que vivemos. São entidades espirituais que atuam organizadamente, atingindo e destruindo  constantemente a humanidade, tendo Satanás por chefe, veja no meu post sobre Rebelião de Lúcifer contra Deus.
 O homem, como já afirmamos, é o alvo principal dos demônios, pois,criado à imagem e semelhança do altíssimo, tem a faculdade de se expressar através dos cinco sentidos que o fazem distinto de todos os animais. Os demônios, em casos especiais, utilizam-se dos animais para possuírem as pessoas como está registrado no evangelho de (Mateus 8.31).

Fonte : Edir  Macedo

sexta-feira, 19 de junho de 2015

A Rebelião de Lúcifer Contra Deus

         

        
       Ao deixar a presença de Deus, Lúcifer saiu difundido o descontentamento entre os anjos.  Ele agia de Maneira dissimulada e escondida seu verdadeiro propósito aparentando ter reverência a Deus. Também esforçava-se em provocar insatisfação pelas leis que governaram os seres celestiais, insinuando que elas impunham uma restrição desnecessária. Sendo que os anjos possuem uma natureza Santa, Lúcifer insistia que eles deveriam obedecer unicamente sua consciência. Pensava que Deus o tratava de maneira injusta ao conceder honra suprema a Cristo. Lúcifer alegava não a exaltação própria, e sim a liberdade para todos os habitantes do Céu, a fim que pudessem alcançar condição mais elevada de existência.
 Deus tolerou Lúcifer durante muito tempo. Não foi rebaixado de sua posição elevada,  nem mesmo quando começou a apresentar suas pretensões diante dos anjos. inúmeras vezes lhe foi oferecido o perdão, com a condição de que se arrependesse e abandonasse seu orgulho. Esforços, que apenas o amor e a sabedoria infinitos poderiam conceber, foram feitos para convence-lo do seu erro. O descontentamento nunca antes havia sido conhecido no Céu. Inicialmente nem nem o próprio Lúcifer compreendeu a verdadeira natureza de seus sentimentos. Depois de ser mostrado a ele que sua insatisfação era sem motivo, convenceu-se de que as reivindicações divinas eram justas e de que deveria reconhecer esse fato diante de todos os habitantes  do Céu. Se Lúcifer tivesse feito isso, poderia ter salvo a si mesmo e a muitos anjos. Caso houvesse desejado voltar a Deus, satisfeito por ocupar o lugar a ele designado, teria sido reintegrado em seu cargo. Mas o orgulho o impediu de submeter-se. Continuou a pensar que não necessitava se arrepender, e entregou-se por completo ao grande conflito contra o Criador.  
 
   Todas as habilidades de sua mente brilhante foram então dedicadas ao engano, a fim de conseguir a simpatia dos anjos. Satanás simulou haver sido julgado de forma errada, e disse que os demais desejavam privá-lo de sua liberdade. Depois de interpretar de maneira equivocada às palavras de Cristo, passou à falsidade aberta, acusando o filho de Deus de tentar humilhá-lo diante dos habitantes do Céu.

   A todos aqueles que Lúcifer não pôde corromper e levar para o seu lado, ele acusou de ser  indiferentes aos seres celestiais. Representou com falsidade o Criador. Era sua tática deixar os anjos perplexos ao utilizar argumentos enganosos a respeito dos propósitos divinos. Tudo o que era simples ele envolvia em mistério, e por meio de astuta perversão lançava dúvida às mais claras afirmações de Deus. Seu elevado cargo dava maior força às alegações. Muitos foram induzidos a se unir a ele na rebelião.   

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Os sonhos Na Bíblia




   Nos tempos antigos, os sonhos eram uma coisa séria, tratada com respeito. Deus usava os sonhos para predizer algum evento futuro, ou advertir o povo de alguma aflição que se aproximava.  Os que tinham a habilidade para interpretar os sonhos rapidamente chegavam a posições de importância no Reino.

  Com frequência Deus falava diretamente às pessoas. Há alguma discordância quanto a se Ele de fato conversava com elas, ou se lhes falava em visões ou por intermédio de sonhos.

   Jacó sonhou com uma escada até o céu, quando parou para descansar à  noite, na sua longa jornada a Harã (Gn 28.12). Por causa do seu sonho, ele fez um concerto com Deus. José interpretou os sonhos do copeiro e do padeiro (Gn 40). Com a ajuda de Deus, as suas interpretações foram corretas, e lhe deram uma oportunidade, posteriormente, para interpretar o sonho do faraó.  Uma vez mais, Deus deu a José o sucesso, ao contar a Faraó o significado do seu sonho. Por causa disso, José foi nomeado governador do Egito (Gn 41.1-45).

  Muitos  anos depois, a coragem de Gideão foi renovada quando ele invadiu o acampamento midianita e ouviu um soldado dizer a seu amigo sobre um sonho em que todo o exército era derrotado pelos homens de Gideão(Jz 7.13-15).

O rei Nabucodonosor ficou muito perturbado por um sonho. Ele buscou no seu Reino um homem que pudesse decifrar o seu significado. Quando Daniel interpretou o sonho do rei, foi promovido a governante da babilônia, subordinado a Nabucodonosor ( Dn 2 ). Posteriormente, Daniel teve um estranho sonho, sobre os quatro ventos, os quatro animais  e o grande mar (Dn 7).

  Depois que Jesus nasceu,  Deus avisou a José em um sonho para que fugisse para o Egito a fim de escapar da ira de Herodes (Mt 2.19,20). Um sonho também avisou José que retornasse a Israel depois da morte de Herodes (Mt 2.19,20). Quando Jesus estava em julgamento, a esposa de Pilatos teve um sonho traumático que a levou a implorar a Pilatos que soltasse Jesus (Mt 27.19).

sábado, 16 de maio de 2015

A Torre de Babel

   



  depois do dilúvio,as pessoas se multiplicaram pela terra.Um grupo dessas pessoas migrou para o leste,a uma planície na terra de Sinar. Ali decidiram construir uma grande torre que chegasse até os céus.   A Bíblia não menciona o nome da torre,mais é comumente chamada de "Torre de Babel". No idioma nativo da babilônia, acadiano, "babel" significa  "A Porta de Deus". Uma palavra similar em hebraico significa "Misturar ou Confundir".
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